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|Rute 2:11| Sim, eu sei. Mas sei também de toda a afeição e carinho que tens mostrado para com a tua sogra, desde a morte do teu marido, e como preferiste deixar o teu pai e a tua mãe para vires viver entre estranhos.
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|Rute 2:12| Que o Senhor Deus de Israel, sob cujas asas vieste refugiar-te, te abençoe por isso tudo.
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|Rute 2:13| Agradeço-te muito. Foste muito bom para mim, não sendo eu sequer uma empregada tua!
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|Rute 2:14| À hora do almoço, Boaz chamou-a: Vem comer connosco. Rute veio sentar-se junto dos ceifeiros e ele serviu-a abundantemente, muito mais do que ela podia comer.
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|Rute 2:15|15-16 Quando a jovem voltou para o trabalho, Boaz disse para o capataz que a deixasse apanhar mesmo entre os feixes sem lhe dizer nada, e que fizesse mesmo de propósito para deixar cair espigas, sem que ela se sentisse incomodada em as apanhar.
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|Rute 2:16|ver verso 15
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|Rute 2:17|17-18 E assim ficou ali o dia todo. Ao fim da tarde, quando foi juntar o que debulhara, contou uns trinta e cinco litros! Trouxe o grão para a povoação e entregou-o à sogra, mais o que lhe sobejara do almoço.
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|Rute 2:18|ver verso 17
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|Rute 2:19| Mas tanto!, exclamou Noemi. Onde é que andaste tu hoje a apanhar? Que Deus abençoe quem foi tão bom para contigo. E Rute contou-lhe tudo o que se passara, dizendo que o dono do campo se chamava Boaz.
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|Rute 2:20| Que o Senhor seja louvado porque continua a abençoar-nos a nós, os vivos, tanto quanto aos que já morreram!, exclamou Noemi comovida. Porque esse homem é um dos nossos parentes mais chegados!
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